Arquivar julho 29, 2016

Como obter informação completa de um website

Já pensou em obter informações completas de um site apenas com o seu endereço?

Você está achando que o site é suspeito ou mesmo quer informações, saiba que isso é possível com apenas uma ferramenta que vamos demostrar agora, totalmente gratuita e fácil de usar.

scamadviser

No site Scamadviser é possível verificar a popularidade do site no mundo, pais de origem, tipo, pais de origem, cidade, descrição, proprietário, CNPJ/ CPF, servidor/provedor que está mantendo o site, entre outras informações importantes.

Além destas informações ele dá sugestões se deve confirmar para um compra on-line ou não no site enviado.

No mundo que vivemos são informações importantes que devemos levar em consideração na hora de confiar em um serviço on-line.

Quer verificar o seu site ou um que está desconfiado? http://goo.gl/Ocwhb

Roteador HotSpot 300 troca uso de senha por check-in no Facebook

Pedir a senha do WiFi em estabelecimentos comerciais ou empresas é bastante constrangedor ou dá preguiça em muita gente. Felizmente, isso agora é coisa do passado. O roteador Intelbras HotSpot 300, criado no Brasil, é capaz de garantir conexão sem fio com a internet a partir de uma interação entre a pessoa interessada e o Facebook.

Se você tem um estabelecimento e fornece internet aos seus clientes, este é um ótimo mecanismo de divulgação com custo baixo. Ao se conectar o cliente é obrigado a fazer chek-in contando para todos amigos onde ele esta.

Funciona assim: você precisa dar check-in no Facebook do local de que pretende usar a internet para ganhar o acesso. A situação é um ganho para os dois lados:  o dono do estabelecimento recebe maior visibilidade com os seus check-ins e outras interações no local (a situação facilita você postar uma selfie, por exemplo),  enquanto você ganha WiFi sem custos e limitações.

O método dispensa o uso de senhas (calma, elas continuam existindo para quem não quiser participar ou não tiver Facebook) e permite a configuração de duas redes ao mesmo tempo — uma para usuário e outra para os funcionários ou administradores. O roteador suporta até 60 pessoas conectadas simultaneamente, tem alcance de 300 metros e possui 500 mW de potência.

Entre em contato para saber mais sobre venda e instalação.

Marketing (Estratégicas, Econômicas e Operacionais)

Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos.

Esse tipo de marketing traduz-se em acções de Marketing (Estratégicas, Econômicas e Operacionais) adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing direto e em simultâneo potenciar os efeitos do marketing tradicional.
O uso da rede fez tanto sucesso, que as empresas passaram a investir na criação de um ambiente de comunicação com o cliente, permitindo que as empresas tenham uma página de negócios por meio das Fan Pages.

E-marketing ou marketing electrónico baseia-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de criação, comunicação e fornecimento de valor aos clientes, e na gestão das relações com os clientes, de modo a beneficiar a organização e os seus stakeholders (públicos-alvo).

Este género de consumidor é um ser exigente, informado, atento, procurando sempre registos que lhe possibilitem saber mais antes de sair do conforto de sua casa, trocando mesmo ideias com outros consumidores e até mesmo clientes .

Desenvolvimento empresarial está mudando rapidamente e levando as empresas a se adaptarem a um modelo relacional nas suas estratégias de marketing, sendo que aí entra a internet como o grande instrumento de comunicação.

Terão que se adaptar às exigências que lhes são pedidas pelos mais diversos meios envolventes, colmatando as falhas que possam existir e adequando preços ao mercado tornando-se assim mais competitiva.

Estratégia de marketing na internet deve estar em consonância com a estratégia de marketing definida na empresa, isto é: com o seu posicionamento, com os seus segmentos-alvo e coerência com acções de comunicação que a empresa efectua.

Como objectivos, deve criar um canal de vendas, dar a conhecer a empresa e produtos, potenciar a sua imagem e notoriedade, criar valor acrescentado aos seus clientes e no caso de pretender internacionalizar-se, deve ter uma forte presença na Web alargando a sua área de influência no negócio.

5 duvidas frequentes sobre hotsite

O que é?

Hotsite ou microsite é um sítio momentâneo voltado a destacar uma ação de comunicação e marketing pontual.

Sua diferença está apenas na estratégia de comunicação utilizada para concebê-lo. Usualmente, hotsites possuem tempo de vida útil predeterminado, isto é, são feitos para serem rápidos e são ligados a uma ação de marketing ou comunicação específica, com duração ligada a essa ação mercadológica, como lançamento de produtos, eventos, novas edições de produtos ou serviços, ações de CRM (Customer Relationship Management), entre outras.

Geralmente, hotsites possuem um apelo visual maior, e são mais focados em um público específico, traduzindo a expectativa deste alvo.

Para que serve?

Os Hotsites são criados com fins comunicacionais específicos, seja para divulgar eventos, shows, feiras, lançamento de produto, uma campanha de marketing,  entre outras diversas ocasiões que o mesmo pode ser utilizado dentro do marketing digital.  A principal característica entre eles é o prazo de divulgação, ficando no ar geralmente por um período pré-determinado.

Nós desenvolvemos cada Hotsite de acordo com a ação proposta, criando a estrutura e layout com referência direta ao objetivo da campanha ou ação. Como nome já diz, o Hotsite é um site quente, usados dentro de campanhas de marketing pontuais, mas com grande impacto e visibilidade.

Se você já acessou a internet a fim de comprar ingressos para algum festival de música, fazer a pré-inscrição no vestibular ou mesmo para participar de um sorteio, provavelmente já se deparou com um hotsite.

Hotsite? Sim! Conforme o nome em inglês já indica, hotsite é um site quente, que, dentro de uma estratégia de marketing pontual, é feito para ficar pouco tempo no ar, mas o suficiente para causar grande impacto sobre o público-alvo.

Quais as diferenças?

Apesar de contarem com a mesma estrutura de um portal — a começar pelo wireframe, passando pela home, páginas internas, formulários, programação, entre outros elementos —, os hotsites apresentam conteúdo bem mais objetivo, além de serem mais interativos e dinâmicos. Isso tudo justamente para cumprirem a meta de transmitir uma informação rápida e clara para o público-alvo acerca de eventos com prazo determinado para ocorrerem, bem como produtos que acabam de ser lançados.

Um exemplo? Sua banda preferida anuncia uma grande turnê no Brasil, mas seu site oficial, além de estar em inglês, não traz informações específicas sobre os preços dos ingressos, as datas disponíveis e os locais dos shows por aqui. Se seus ídolos forem bem assessorados pela equipe de marketing, disponibilizarão um link para o hotsite da turnê brasileira, alcançando quem estiver em busca de ingressos.

Aliviar o tráfego em portais ou site oficiais

Os hotsites geralmente são ótimas soluções encontradas por empresas e instituições na hora de divulgar um grande volume de informações que interessa a um público específico em um curto intervalo de tempo — como anunciar um evento, resultado de provas, gabaritos e restituição do imposto de renda, por exemplo.

Por meio de um anúncio em formato splash, a homepage dessas instituições pode automaticamente redirecionar o tráfego mais pesado para o hotsite, impedindo que a página oficial entre em colapso e saia do ar em função do elevadíssimo número de acessos simultâneos.

Bombar a estratégia de inbound marketing

Como a estratégia inbound marketing exige planejamento para a montagem de suas engrenagens, demanda um pouco mais de tempo até que as personas percorram os devidos ciclos e comecem a se transformar em leads qualificados. Nessa estratégia, as primeiras vendas nem sempre acontecem em um prazo desejável por clientes apressados, por isso, nesse caso, o hotsite atua como um anabolizante do inbound, fazendo com que os leads apareçam mais rápido e em grande quantidade.

Imagine um blog de faculdade que já implementou o inbound. Em dado momento, essa instituição de ensino pode apresentar a demanda de uma larga campanha de captação para inscrições em seu vestibular. Nesse caso não será viável, devido ao curto espaço de tempo, esperar que um grande número leads surja exclusivamente por meio de acessos ao blog. Nessa hora, usar um atraente hotsite para divulgar o evento e angariar inscrições pode ser a solução mais adequada para atender às expectativas do cliente.

Quando bem aplicado, o hotsite se transforma em uma estratégia super poderosa de marketing digital. No entanto, é preciso que essa ferramenta tenha, acima de tudo, um grande apelo visual, mantendo-se dentro dos moldes do design responsivo e de última geração, além de, claro, oferecer serviços que atendam às demandas do público-alvo e satisfaçam, assim, a empresa que divulga ali seu serviço ou produto. Tudo isso sem deixar a campanha esfriar — afinal, em se tratando de hotsite, quanto mais quente, melhor!

Dicas para encontrar emprego nas redes sociais

Hoje as redes sociais exercem um papel muito mais profundo do que simplesmente conectar pessoas. Elas atuam como plataforma de vendas, propaganda e por que não como uma via de processos seletivos?! Grupos de publicação de vagas, em áreas diversas, são cada vez mais comuns. Se você está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho e é usuário de redes sociais, dicas como interagir com as publicações e manter os perfis sempre atualizados podem ajudar a conquistar uma vaga mais rápido. Também pode se fator de reprovação em um processo seletivo, tomar posturas muito radicais pode ser um perigo. Confira outras dicas nesta matéria do Estadão.

Via Estadão: http://bit.ly/1YJucMA

Segredo do sucesso de uma empresa bem-sucedida é a inovação

Acredita-se que o segredo do sucesso de uma empresa bem-sucedida é a inovação. Mas afinal, o que é isso? Poucas pessoas realmente sabem o que o termo significa. De certo modo, inovar engloba muitas coisas como o uso de plataformas e ferramentas que incentivam a interação e o engajamento dos colaboradores, o uso de aplicativos de recursos humanos para processos de recrutamento, e mudanças positivas na maneira de se comunicar.

Além da instituição, a maneira que as pessoas se comunicam e compartilham o conhecimento também tem mudado e se transformado. Uma das inovações no mundo corporativo que já é acessível para muitos são as novas plataformas e ferramentas que incentivam a interação e o engajamento, como aplicativos de recursos humanos para tablets e celulares, que facilitam o recrutamento por meio das mídias sociais e possibilitam que os profissionais de RH tenham outra dinâmica de trabalho e uma melhor visão dos colaboradores.

Em 2015, o Facebook atingiu um bilhão de usuários em apenas um dia, portanto, talvez não seja nenhuma surpresa constatar que hoje a rede também é uma ferramenta essencial para buscar oportunidades de trabalho, especialmente para a geração Milênio.
A probabilidade de pessoas abaixo dos 30 anos utilizarem as redes sociais como recurso na busca de emprego é três vezes maior que a de indivíduos acima dos 45 anos. Isso quer dizer que 60% da geração milênio que planeja sair do emprego atual nos próximos três anos utiliza as redes sociais para tal, por isso é primordial que as empresas que pretendem ter esses jovens como força de trabalho passem a utilizar essas mídias.

Em uma pesquisa recente realizada pela ADP Institute, “quatro entre cinco empregadores afirmam que a mídia social tem um impacto de moderado a grande na imagem do empregador”, e cerca da metade acha que ela ajuda a criar estratégias bem-sucedidas a um baixo custo, o que mostra o quão importante é integrar as mídias sociais às soluções de recrutamento.

Na América Latina, 72% dos funcionários entrevistados acreditam que as mídias sociais já se tornaram uma plataforma colaborativa de trabalho, especialmente a geração Milênio, sendo que 81% deles acredita que futuramente estarão preparados para trabalhar de qualquer lugar do mundo, por meio das novas tecnologias que estão cada vez mais fazendo parte do nosso cotidiano.

Segundo o estudo, a tecnologia permitirá mais independência para os funcionários gerenciarem sua produtividade e desempenho, enquanto também recebem feedback e reconhecimento em tempo real. Isso eliminará barreiras à colaboração e ajudará a redefinir o relacionamento entre funcionários e seus gerentes.

Avanços recentes em automação, máquinas inteligentes e inteligência artificial estão começando a substituir pessoas para trabalho repetitivo. No futuro, porém, a produtividade das pessoas será aprimorada fazendo uma parceria eficaz com essas máquinas inteligentes.
Quer aprender mais sobre o tema? Confira este artigo da Você RH: http://bit.ly/295U31a.

Facephone? Facebook cria aparelho para qualquer um montar uma rede celular

A missão número 1 do Facebook é conectar o mundo. Para isso, é necessário levar internet para quem ainda não tem, e por isso a empresa investe em diversos projetos que incluem drones movidos a energia solar disparando lasers de internet para o solo. A nova iniciativa da empresa se chama OpenCellular, uma plataforma open-source de hardware e software que se propõe a distribuir internet móvel e barata para áreas remotas.

“A infraestrutura celular tradicional pode ser bem cara, tornando difícil para os operadores disponibilizá-las em todos os lugares e para pequenas organizações e indivíduos resolver os desafios da conectividade hiperlocalizada”, explica o engenheiro Kashif Ali, do Facebook. Ele criou a Endaga, empresa que já tinha este propósito e foi comprada pela rede social de Zuckerberg no ano passado.

A ideia é que o OpenCellular possa ser um substituto para as caras antenas de telefonia necessárias para manter uma rede celular. O dispositivo, de pequeno porte, pode ser acoplado em árvores ou postes de luz para “suportar uma gama de opções de comunicação, desde uma rede em uma caixa a um ponto de acesso Wi-Fi, suportando tudo desde o 2G até o LTE”, explica a empresa.
A empresa também diz que o design (que, novamente, é open-source, o que significa que qualquer pessoa ou empresa tem acesso liberado para usá-lo) foi criado para ser o mais simples possível, para encorajar pessoas a criar suas próprias redes celulares. “Muitas pessoas não percebem que criar sua própria rede celular não só é possível, mas também não requer expertise técnica substancial”, diz Ali.

Em publicação em seu perfil, Mark Zuckerberg explica que o sistema foi projetado para estar aberto a todos, desde operadoras de telecomunicações, passando por pesquisadores e chegando até nos empreendedores. A ideia é que um dispositivo possa suportar até 1,5 mil pessoas em até 10 quilômetros de distância.

A companhia afirma que já testou o sistema em seus laboratórios, onde já é possível enviar mensagens SMS, fazer chamadas de voz e usar internet básica 2G por meio da plataforma.

Via Olhar Digital

Modismo à ferramenta estratégica para as marcas

As mídias sociais ganharam tamanha relevância que passaram a consumir a maior fatia de tempo gasto pelas pessoas na internet. É um ambiente em que um número cada vez maior de pessoas interage, expõe sua opinião sobre produtos e serviços.

O conceito de Mídia Social vem da produção de conteúdo descentralizada, ou seja, sem o controle de grandes potencias da mídia. Vamos dizer que é ter o próprio veiculo de mídia.

E isso é ótimo para micro, pequenos, médios empresários e profissionais liberais, pois se a mídia é sua então você não precisa gastar nada para divulgar o que quiser nela.

Quando uma pessoa ou empresa usa uma Rede Social ( Blogs, Facebook, Orkut, Google+, Twitter, Linkedin, YouTube, SlideShare e etc ) para veicular e propagar suas idéias, produtos ou serviços.

Ela está usando uma ferramenta de Mídia Social, pois o conteúdo por ela produzido independe da aceitação de um veículo de Mídia.

PORQUE É IMPORTANTE ESTAR NESTA MÍDIA?

Bem, a princípio porque as pessoas estão lá e estão falando de tudo, até mesmo de produtos/serviço relacionados aos seus ou talvez da sua marca ou de você ( caso seja um profissional liberal ).

O importante nisso tudo é a possibilidade de coletar informações do seu público-alvo para melhorar seus produtos/serviços e também interagir diretamente por um canal gratuito, gerando um relacionamento.

O que faz uma empresa crescer verdadeiramente é o relacionamento com o seu público-alvo, por isso as redes sociais se tornam mais importantes ainda, pois este é um meio que potencializa o relacionamento com clientes.

SE RELACIONANDO COM SEU PÚBLICO-ALVO

Apenas estar presente nas redes sociais não é o bastante, você tem que falar e ouvir.

Ouça o que seus clientes têm a dizer e você irá crescer, lembre-se os seus clientes entendem mais do seu negócio do que você.

Fale sobre coisas que o seu público se importa e que esteja em conexão com o tipo de produto ou serviço que você vende.

Um exemplo, se você for um dentista poste coisas relacionadas a saúde bocal, coisas que podem ser feitas no dia-a-dia das pessoas e que fará diferença, seja útil ao seu público.

Relacionamentos nunca são fáceis esses também não serão, qualquer coisa errada pode sempre voltar contra você mesmo

Por isso é muito importante estar atento ao que irá ser compartilhado com as pessoas e principalmente entender profundamente os seus seguidores.

O mais importante de se relacionar, é que, esses relacionamentos com certeza irão virar aumento em vendas, pois clientes satisfeitos voltam para comprar e ainda vão lhe indicar aos amigos deles.

ALGUMAS MÍDIAS SOCIAIS

Existem alguns tipos de Mídias Sociais, como por exemplo:

  • Blogs: São páginas na internet voltadas para a disseminação de pensamentos, mas as empresas podem se apoderar desta ferramenta para se relacionarem com o público-alvo que ela almeja, trabalhando o SEO para alcançá-los.
  • Redes Sociais: São sites de relacionamento ( Facebook, Orkut, Google+, etc ) são ótimas ferramentas de divulgação e “viralização”, ficam ainda mais poderosas quando são usadas junto com um Blog.
  • Redes Sociais de Conteúdo: São muito parecidas com as redes sociais normais, apenas focam mais na criação e no compartilhamento de conteúdo, como YouTube, SlideShare, Flickr, etc.
  • Microblogs: Estas mídias sociais são voltadas para o compartilhamento de conteúdo de forma mais rápida e concisa. ( Twitter, Tumblr, Pownce )
  • Mundos Virtuais: Uma Mídia Social ainda pouco explorada, são os simuladores da vida real como o Second Life.
  • Jogos Online: É uma forma muito nova de Mídia Social que ainda não está sendo totalmente explorada. Exemplo World Of Warcraft.

MINHA DICA

Essa é a dica que eu deixo para você:
Use as Mídias Sociais, planeje-se antes, para que não vire um pesadelo.

 

 

Vírus no Facebook rouba mais de 10 mil contas; brasileiros são os mais afetados

Em apenas dois dias, um ataque de phishing realizado por meio do Facebook fez mais de 10 mil vítimas, cerca de 37% (3700) das quais são brasileiras, segundo a empresa de segurança digital Kaspersky Labs. Trata-se de malware (arquivo malicioso) que usa a rede social para se disseminar e roubar as contas e dados pessoais dos usuários.

Os brasileiros são os mais afetados:

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Os usuários da rede social recebiam uma notificação dizendo que um amigo seu havia mencionado-os em um comentário de um post. A notificação, no entanto, era enviada por invasores e desencadeava um ataque em duas fases. Na primeira delas, o computador do usuário recebia um trojan que instalava, entre outras coisas, uma extensão do navegador Chrome no computador do usuário.

Reprodução

A segunda fase começa quando o navegador infectado acessa o Facebook. Nesse momento, os invasores conseguiam usar a extensão maliciosa para tomar controle da conta do usuário. Feito isso, o malware podia alterar configurações de privacidade, extrair dados e realizar atividades estranhas nos perfis dos usuários, como enviar spam e produzir curtidas e compartilhamentos fraudulentos.

Brasileiros foram, de longe, o público mais afetado pelo ataque. 37% ds vítimas detectadas nos últimos dois dias foram do nosso país. Outros países que também tiveram grande número de pessoas atingidas foram Polônia (8%) Peru (7%) e Colômbia. Usuários de Windows, tanto em PCs quanto em dispositivos móveis, foram as principais vítimas do ataque; os sistemas Android e iOS estão imunes ao ataque, pois a biblioteca usada pelos criminosos é incompatível com esses sistemas.

Prevenção

A Kaspersky também recomendou uma série de medidas por meio das quais usuários podem se proteger de ataques desse tipo. A empresa recomenda a instalação de programas de segurança, mesmo que gratuitos, e cuidado ao navegar nas redes sociais. Outras medidas sugeridas são a alteração das configurações de privacidade do Facebook para as mais restritas possíveis e evitar ao máximo clicar em links enviados por estranhos ou em mensagens suspeitas.

Para os usuários que acreditam que tenham sido infectados, a empresa recomenda a execução de um escaneamento contra malwares. Além disso, é possível abrir o Chrome e buscar por extensões desconhecidas. Caso arquivos nocivos ou extensões estranhas sejam encontradas, a Kaspersky sugere que o usuário desconecte completamente seu computador da internet e chame um profissional para removê-los.

Tanto o Google quanto o Facebook já tomaram medidas para atenuar o problema. O Google excluiu da Chrome Web Store pelo menos uma das extensões criminosas associadas ao ataque. A rede social, por sua vez, conseguiu bloquear as técnicas de propagação do malware pelos PCs infectados, e disse à empresa que não observou outras tentativas de infecção.

“Os cibercriminosos estão aproveitando o fato de que os usuários tendem a usar a mesma senha em vários serviços baseados na web (Facebook, Gmail, Corporate SSL VPN, Outlook Web Access, etc) para obter acesso remoto a redes corporativas”, disse a Seculert.
Vírus no Facebook não é novidade. De acordo com um relatório publicado pela empresa a rede social encontrou problemas em logins de 600 mil contas comprometidas a cada dia.

Veja mais em Olhar Digital: http://goo.gl/KmK4QU

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Governo pode taxar Netflix para proteger as TVs pagas

Após o setor de TV por assinatura sofrer seguidas quedas mensais no número de clientes, o governo federal se comprometeu a tratar com prioridade a revisão da carga regulatória e tributária do setor.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, afirmou que a pasta vai preparar uma proposta para regular a atuação das empresas com novos serviços de áudio, vídeo e comunicação pela internet – chamadas de “over the top”, ou OTTs, conforme jargão do setor.

A proposta pode ser apresentada ainda neste ano e será tratada de forma específica, isto é, fora do âmbito da Lei Geral de Telecomunicações, segundo o ministro.

“Vejo como uma necessidade a regulamentação e a tributação dos OTTs para criar condições de igualdade”, disse Kassab. “Não é justo que empresas que criam empregos no Brasil e oferecem serviços de qualidade não tenham a mesma condição de igualdade. Eu não quero criminalizar ou dizer que sou contra qualquer outra forma de comunicação. Mas, como ministro, acho que deve ser feita uma discussão profunda para se tomar decisões no governo”, disse a jornalistas durante visita ao congresso realizado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA).

Conforme sinalização de Kassab, a proposta pode abranger desde a redução de obrigações regulatórias e da carga tributária das operadoras tradicionais, até o estabelecimento destes mesmos mecanismos para os OTTs – que atualmente são livres dessas obrigações.

Os OTTs não pagam, por exemplo, taxas regulatórias, nem Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Esse nicho também requer muito menos investimentos do que as operadoras tradicionais, uma vez que usam a rede de banda larga das próprias operadoras com quem concorrem.

Assim como o Netflix, todas as grandes têm serviço e vídeos sob demanda. Essas empresas reclamam, porém, de excesso de obrigações. Em janeiro, a alíquota do ICMS para TV paga subiu de 10% para 15% em 15 Estados e no Distrito Federal, em meio à crise econômica e fiscal.

“O aumento da carga tributária do ICMS nos Estados preocupa, principalmente neste momento, por termos uma economia que não cresce”, afirmou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende. “O aumento da carga tributária pode representar queda efetiva na base de assinantes de TV por assinatura”, complementou Rezende, que também esteve presente no evento do setor.

Busca por clientes

O presidente da ABTA, Oscar Simões, afirmou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que considera muito positiva a movimentação do governo para equalizar as condições de concorrência. “É uma medida que aponta para a direção correta”, disse.

O número de clientes de TV paga caiu 4,3% entre abril de 2016 e o mesmo mês do ano passado, chegando a 18,9 milhões de clientes – presença de 28,37% dos domicílios, de acordo com dados da Anatel. Em 2015, o setor teve a primeira retração na base de assinantes desde 2002, o que acendeu o sinal de alerta para os empresários do ramo.

Na opinião de Simões, a principal causa da baixa é a crise econômica, levando clientes a abandonar o serviço para cortar custos. Ele acredita, porém, que a queda já se estabilizou.

Com a crise, também há um outro movimento de consumidores cortando gastos com passeios e mantendo a TV por assinatura como a principal opção de lazer, pois atende toda a família dentro da própria casa. “Assim que houver uma recuperação da conjuntura econômica nacional, há potencial para voltar a expandir a base de assinantes”, estimou.

Tanto o presidente da ABTA quanto os executivos das grandes empresas minimizaram a influência do Netflix na retração do segmento de TV por assinatura, argumentando que os serviços são complementares, e não substitutos.

“Eu vejo como produtos complementares. Nos Estados Unidos, por exemplo, 85% dos clientes do Netflix também têm TV por assinatura”, disse ao Broadcast o diretor de varejo da Oi, Bernardo Kow Winik. “Ele pode canibalizar um pedaço da nossa base de assinantes? Pode, mas é uma fatia muito pequena”, avaliou.

A mesma opinião é compartilhada pelo presidente do grupo América Móvil Brasil, José Antônio Felix. “Não consideramos uma eventual evasão da TV por assinatura por esse tipo de serviço (Netflix). Vemos como um serviço complementar. Os dois não são comparáveis.

A TV por assinatura tem centenas de canais, transmissões ao vivo e cobertura de esportes, que são serviços que o concorrente não tem”, avaliou. A América Móvil é dona da Net, que também conta com um serviço de vídeos sob demanda, o Now.

Veja mais em: http://goo.gl/irLXHx