Memes: amá-los ou odiá-los?

Os memes são tão famosos que quase não é preciso explicar. Mas, resumidamente, tem uma enorme capacidade de replicar informação e viralizar na web por meio de vídeos, imagens ou gifs.

Só que diferente de qualquer outro vídeo, imagem ou gif que faz sucesso nas redes sociais, o meme reflete uma ideia ou um conceito, e geralmente com bom humor.

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A vida útil dificilmente passa de duas semanas, e todos os dias centenas nascem e morrem. Mas, há os memes que se transformam, e dão origem a diversas variações por meio da interação com outras pessoas e contextos.

Um exemplo em 2016 foi o gatinho do Thug Life, que emprestou seus óculos de sol e música para dezenas de outros personagens, desde os mais comuns com cenas do cotidiano até debates políticos de candidatos.

Os memes são realmente a prova de que a tecnologia revolucionou as formas de comunicação, e as agências ficam ligadas nessa tendência para aproveitá-los em campanhas publicitárias e de marketing digital.

Como surgem os memes?

O start é geralmente em sites de fóruns e nas redes sociais, e qualquer pessoa com criatividade, habilidades básicas de comunicação e um pouco de tempo livre pode criá-los.

Exemplos de tecnologias e aplicativos para desenvolver as peças são: Pext, Best Meme Generator by Memeful, o Meme Generator Free, o Meme Generator by MemeCrunch e o Aviary Photo Editor.

Para uma boa comunicação, não há preocupação com estética das peças e a interação é uma ferramenta chave. Os temas mais recorrentes derivam de um acontecimento específico ou envolvem situações totalmente banais, que retratam o dia-a-dia de forma cômica e satírica.

Memes famosos

Para se inspirar, vamos ver quais os memes que fizeram história em 2016:

O garotinho do “você tem que amadurecer” bombou nas redes sociais no final do ano e gerou muitas adaptações com base no original.

O John Travolta confuso, em cena retirada do filme Pulp Fiction, também marcou presença no WhatsApp e nas redes sociais e deu origem a muitas mutações.

Apesar de um ano difícil para a política e a economia do Brasil, não faltou bom-humor para falar da operação lava jato.

Quem não lembra de memes com o japonês da federal, com o Anthony Garotinho e brincando com o apego de Eduardo Cunha ao Congresso?

Também dominaram os meios de comunicação os memes da Glória Maria fumando maconha na Jamaica para gravar o Globo Repórter. A participação da Glória Pires durante a cerimônia do Oscar e as imagens da Bela Gil sugerindo trocar uma coisa por outra.

Nosso país é definitivamente composto por pessoas criativas e bem humoradas, que parecem estar a postos para quaisquer deslizes.

Hoje, qualquer assunto, post ou momento pode virar um meme, então tome cuidado, todos podemos ser os próximos protagonistas! E você ama ou odeia esta nova modalidade de humor?

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Use hashtags e consiga melhores resultados

As hashtags tomaram conta das postagens de toda a internet. São o start para conversas e temas de assuntos e estão presentes em praticamente todas as redes sociais. São muito usadas pelas pessoas em geral e pelas agências de marketing digital que apostam neste método para incrementar seus resultados.

Mas, você sabe para elas realmente servem e como usá-las ao seu favor?

Use hashtags e consiga melhores resultados

Elas estão lá, nas redes sociais, nas páginas de busca e em postagens em blogs e vídeos espalhados pela internet. Mas para que elas servem?

Na verdade nada mais são do que marcações que ajudam na busca e dão o start para encontrarmos o que desejamos.

Quando você procura algo utilizando este artifício consegue encontrar muito mais facilmente todas as postagens e publicações que foram feitas dentro do mesmo assunto.

É como se elas tivessem uma etiqueta, assim, os resultados da busca ficam mais otimizados e você não perde tempo com assuntos que não tenham a ver com o que você procura.

Funcionalidade #

A tecnologia tem um desempenho ainda melhor nas redes sociais. Por lá, quando você clica em uma hashtag, você é imediatamente levado a uma página de resultados com todas as postagens que utilizaram o mesmo termo.

Esta tecnologia é utilizada também para se conquistar mais visibilidade. A mesma técnica também pode ser utilizada para a divulgação de eventos e movimentos da sociedade em geral.

Aliás, em eventos, o uso das hashtags é ainda mais efetivo, já que facilita a comunicação via rede social, entre todos que participam daquele momento.

Não é raro encontrarmos também o uso de hashtags como forma de protesto. Unindo postagens e opiniões de pessoas que pensam da mesma forma.

Então tente incrementar sua postagem com o uso de hashtags do momento. Utilize assuntos mais falados e tente emplacar sua HASHTAG!

Saiba aqui quais Hashtags estão em destaque no momento.

Redes Sociais no Brasil e no mundo

As redes sociais tem crescido rapidamente e com elas uma nova forma de sociabilizar e de promover negócios com o marketing digital.

O sucesso é tanto que a cada ano surgem novos canais e outras dezenas entram em declínio. Então quais as redes sociais mais acessadas no Brasil e no mundo? E quais outras curiosidades este universo nos conta?

Em termos globais, se as redes sociais fossem países, o Facebook seria maior que a China! Isso mesmo. De acordo com o relatório da consultoria Statista, em 2017 a mídia mais popular do mundo superou 1,8 bilhões de usuários ativos por mês.

O Facebook já tinha sido a primeira rede social a alcançar a marca de 1 bilhão de usuários em 2014, e continua crescendo. Agora, além das pessoas que usam o canal para interação e compartilhamento, ele também está atraindo o mundo dos negócios e as agências de comunicação.

O Facebook Ads faz sucesso tanto com pequenas empresas que querem dar um start na publicidade quanto com gigantes multinacionais – e é um dos queridinhos das estratégias de marketing digital.

Depois da empresa de Mark Zuckerberg, o ranking mundial é seguido pelo WhatsApp e pelo Messenger, ambos com 1 bilhão de usuários. Depois QQ, WeChat, QZone, Instagram, Tumblr, Twitter, Baidu Tieba e Skype.

Algumas destas redes sociais são pouco conhecidas no Brasil. Isso porque cada país usa a tecnologia de formas bastante singular, e nem sempre o que bomba em um lugar faz sucesso também em outros.

O QQ, QZone e Baidu Tieba, por exemplo, são redes sociais chinesas e o Baidu Tieba é a maior plataforma de comunicação da China.

Como é o perfil brasileiro?

Antes de listar as redes sociais mais utilizadas por aqui…

Você sabia que o Brasil é o maior mercado de internet na América Latina, com aproximadamente 140 milhões de usuários? E que é também o quarto maior mercado do mundo em termos de internautas conectados? Portanto, o que acontece no país não é de se desprezar.

O Facebook é o mais popular (depois que desbancou o Orkut). O brasileiro é um dos povos que passa mais tempo conectado à plataforma.

O segundo lugar é fácil adivinhar: cada vez que o WhatsApp sofre bloqueio judicial, as pessoas ficam indignadas e sofrem com a falta de comunicação da tecnologia mobile. O terceiro lugar fica com o YouTube, o quarto com Instagram e o quinto com Twitter. A hashtag mais usada no Instagram em 2016 foi #love, e a hashtag #forçachape bateu recordes no Twitter.

E em outros países, como é?

 

No Japão, terra da tecnologia, a mídia mais utilizada desde 2013 é o LINE. Este é um aplicativo gratuito para troca de mensagens, áudio, vídeo e videoconferências. Depois, as principais plataformas são Twitter, Facebook, Instagram e Google+.

Nos Estados Unidos, o Facebook é a principal rede de interação, seguido pelo Youtube. Este dado acompanha a tendências do marketing digital e da comunicação. Em futuro não muito distante, os vídeos deverão dominar a internet, substituindo inclusive o Google como o principal buscador. Em escala muito menor do que estas duas redes sociais, os norte-americanos utilizam o Twitter, o Reddit, o Pinterest e o Instagram.

E você, qual rede social faz a sua cabeça? É sempre interessante estar por dentro das redes de outros países também. Afinal, qual será o seu próximo destino no mundo?

Governo pode taxar Netflix para proteger as TVs pagas

Após o setor de TV por assinatura sofrer seguidas quedas mensais no número de clientes, o governo federal se comprometeu a tratar com prioridade a revisão da carga regulatória e tributária do setor.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, afirmou que a pasta vai preparar uma proposta para regular a atuação das empresas com novos serviços de áudio, vídeo e comunicação pela internet – chamadas de “over the top”, ou OTTs, conforme jargão do setor.

A proposta pode ser apresentada ainda neste ano e será tratada de forma específica, isto é, fora do âmbito da Lei Geral de Telecomunicações, segundo o ministro.

“Vejo como uma necessidade a regulamentação e a tributação dos OTTs para criar condições de igualdade”, disse Kassab. “Não é justo que empresas que criam empregos no Brasil e oferecem serviços de qualidade não tenham a mesma condição de igualdade. Eu não quero criminalizar ou dizer que sou contra qualquer outra forma de comunicação. Mas, como ministro, acho que deve ser feita uma discussão profunda para se tomar decisões no governo”, disse a jornalistas durante visita ao congresso realizado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA).

Conforme sinalização de Kassab, a proposta pode abranger desde a redução de obrigações regulatórias e da carga tributária das operadoras tradicionais, até o estabelecimento destes mesmos mecanismos para os OTTs – que atualmente são livres dessas obrigações.

Os OTTs não pagam, por exemplo, taxas regulatórias, nem Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Esse nicho também requer muito menos investimentos do que as operadoras tradicionais, uma vez que usam a rede de banda larga das próprias operadoras com quem concorrem.

Assim como o Netflix, todas as grandes têm serviço e vídeos sob demanda. Essas empresas reclamam, porém, de excesso de obrigações. Em janeiro, a alíquota do ICMS para TV paga subiu de 10% para 15% em 15 Estados e no Distrito Federal, em meio à crise econômica e fiscal.

“O aumento da carga tributária do ICMS nos Estados preocupa, principalmente neste momento, por termos uma economia que não cresce”, afirmou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende. “O aumento da carga tributária pode representar queda efetiva na base de assinantes de TV por assinatura”, complementou Rezende, que também esteve presente no evento do setor.

Busca por clientes

O presidente da ABTA, Oscar Simões, afirmou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que considera muito positiva a movimentação do governo para equalizar as condições de concorrência. “É uma medida que aponta para a direção correta”, disse.

O número de clientes de TV paga caiu 4,3% entre abril de 2016 e o mesmo mês do ano passado, chegando a 18,9 milhões de clientes – presença de 28,37% dos domicílios, de acordo com dados da Anatel. Em 2015, o setor teve a primeira retração na base de assinantes desde 2002, o que acendeu o sinal de alerta para os empresários do ramo.

Na opinião de Simões, a principal causa da baixa é a crise econômica, levando clientes a abandonar o serviço para cortar custos. Ele acredita, porém, que a queda já se estabilizou.

Com a crise, também há um outro movimento de consumidores cortando gastos com passeios e mantendo a TV por assinatura como a principal opção de lazer, pois atende toda a família dentro da própria casa. “Assim que houver uma recuperação da conjuntura econômica nacional, há potencial para voltar a expandir a base de assinantes”, estimou.

Tanto o presidente da ABTA quanto os executivos das grandes empresas minimizaram a influência do Netflix na retração do segmento de TV por assinatura, argumentando que os serviços são complementares, e não substitutos.

“Eu vejo como produtos complementares. Nos Estados Unidos, por exemplo, 85% dos clientes do Netflix também têm TV por assinatura”, disse ao Broadcast o diretor de varejo da Oi, Bernardo Kow Winik. “Ele pode canibalizar um pedaço da nossa base de assinantes? Pode, mas é uma fatia muito pequena”, avaliou.

A mesma opinião é compartilhada pelo presidente do grupo América Móvil Brasil, José Antônio Felix. “Não consideramos uma eventual evasão da TV por assinatura por esse tipo de serviço (Netflix). Vemos como um serviço complementar. Os dois não são comparáveis.

A TV por assinatura tem centenas de canais, transmissões ao vivo e cobertura de esportes, que são serviços que o concorrente não tem”, avaliou. A América Móvil é dona da Net, que também conta com um serviço de vídeos sob demanda, o Now.

Veja mais em: http://goo.gl/irLXHx

Cidade do Google? Alphabet quer construir uma cidade do zero com base na internet.

Em seu primeiro ano de existência, a Sidewalk Labs, empresa de inovação urbana da Alphabet, também dona do Google, tem trabalhado em produtos para melhorar o acesso Wi-Fi e os fluxos de tráfego nas cidades. Mas há sinais de que a companhia esteja interessada na construção de uma cidade.

O CEO da Sidewalk Labs, Dan Doctoroff, deu a entender, durante uma conferência, que a empresa esteja avaliando a possibilidade de construir uma cidade a partir do zero, após ser questionado sobre a contratação de consultores para trabalharem nesse projeto. “Seria uma grande ideia”, disse ele em resposta, embora salientando: “eu não posso te dizer nada”.

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Uma metrópole baseada na internet permitiria repensar o governo, políticas sociais e gestão urbana. Assim, a empresa teria um local para testar melhor suas iniciativas, para lança-las mais rápido no mercado. “Cidades existentes são difíceis. Você tem pessoas com interesses próprios, política, espaço física. Mas a tecnologia, em última análise, não pode ser interrompida”, explica Doctoroff.

O Google tem trabalhado, desde 2014, com a ideia de melhorar a forma como as cidades funcionam, o que mostra, junto com o lançamento da Sidewalk Labs no ano passado, que a companhia está focada em ramificar-se para quase todos os mercados possíveis.

Via 9to5Google

A tecnologia da informação (TI)

A tecnologia da informação (TI) mudou completamente a forma como as pessoas trabalham, se comunicam e se divertem.

O microcomputador, o equipamento básico gerador desta revolução digital, tornou-se o personagem central do salto produtivo das empresas, da redução de custos de comunicação e da transmissão de conteúdos informativos e de entretenimento. Crianças, jovens e adultos passam horas em frente a um computador, desempenhando as atividades mais elementares da vida cotidiana.

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O número de computadores pessoais em uso no planeta já ultrapassou a marca de 1 bilhão de unidades. Esse poderoso elo entre as pessoas e o mundo tecnológico é um processo que não tem retrocesso, muito pelo contrário, aumenta em grande velocidade.

A paralisação de uma empresa por causa de uma pane em sua rede de computadores pode causar prejuízos incalculáveis, como queda de produtividade, aumento da ociosidade e até perda de clientes.

Por essa razão, pessoas e empresas não poupam esforços, nem recursos financeiros, para garantir o bom funcionamento de seus negócios que, hoje em dia, são extremamente dependentes da tecnologia.

Além disso, o mundo digital vive um processo de renovação alucinante. A cada dia, novos softwares são lançados, novos recursos são inventados, novas formas de interatividade são absorvidas e novas necessidades são adquiridas, exigindo a atualização constante dos equipamentos. Para que o usuário não tenha que comprar um novo computador a cada 6 meses, o upgrade de máquinas torna-se a solução mais econômica e rápida para aumentar a capacidade de processamento, de memória e de armazenamento dos computadores. Com uma arquitetura modular, as peças dos computadores podem ser trocadas e adicionadas, sua empresas tem uma assistência técnica competente para atender todas estas solicitações, rapidamente?

Entre em contato com a empresa que mais cresce em Gestão de TI, você terá um baixo investimento e uma alta disponibilidade nos seus serviços. Indicaremos as melhores soluções para sua empresa, com os menores custos.

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Windows 10 Upgrade

Golpe usa Windows 10 Upgrade como isca para invadir computador

Muito cuidado com os falsos e-mails sobre o Windows 10 Upgrade

O upgrade gratuito para o Windows 10, oferecido pela Microsoft desde a última quarta-feira (29), está sendo utilizado como isca para golpes de hackers. Para atrair vítimas, são enviados e-mails falsos com links para supostas atualizações. Um caso grave que começou na Tailândia e envolve chantagem por dinheiro, com sequestro de dados, foi identificado pela Cisco. Saiba como proteger o seu computador:

https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/08/golpe-usa-upgrade-do-windows-10-como-isca-para-invadir-computador.html

Upgrade do Windows 10

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