Parceria entre o Google e o WordPress aumentará o desempenho de sites

A gigante das buscas firma uma parceria com o time de desenvolvimento do WordPress. O foco é acelerar o suporte às últimas tecnologias web, em especial todas que envolvem aumento no desempenho e o uso em dispositivos móveis. E eles estão contratando especialistas no CMS.

O gigante das buscas Google investiu pesado nos últimos anos para moldar a arquitetura da Internet. Logo, parcerias com desenvolvedores, comunidades de código aberto e especialistas em otimização de sistemas de busca (SEO) tem sido feitas para a adoção de tecnologias e práticas, de forma que a sua missão, de “contribuir para o aperfeiçoamento de uma web saudável, florescente e vibrante”

Recentemente, o Google firmou uma parceria com o WordPress, o maior Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) da atualidade. O WordPress detém 59% do mercado de CMS, e estima-se que 29% de todo o conteúdo publicado na Web esteja sendo gerenciado por este CMS.

Breve histórico

O foco principal do Google é o desempenho. Por exemplo, foi anunciado que a partir de julho de 2018, o desempenho de um site será contabilizado na classificação de um site feita pelo sistema de buscas. Logo, sites que abrirem mais rápido estarão em melhores posições.

Isto significa que, se você fizer uma busca em um dispositivo móvel, o desempenho do mesmo nesse ambiente impactará na classificação do site. Podemos entender que um site poderá ser classificado, dentro do Google de formas diferentes, dependendo do meio usado para o acesso.

Conforme as pesquisas que o Google tem realizado, nota-se o contínuo crescimento das buscas sendo feitas em dispositivos móveis. Por isso, o gigante das buscas tem aumentado sua ênfase em dispositivos móveis e velocidade.

Em 2015 o Google lançou o projeto Accelerated Mobile Page (AMP), propondo novos padrões junto às comunidades de código aberto, trabalhando com desenvolvedores de plug-ins e provendo recursos para que grandes portais da Internet possam implementar essa tecnologia. Mesmo assim, a adoção tem sido tímida: menos de 1% dos sites implementaram esse recurso.

O projeto AMP é uma iniciativa de código aberto com o objetivo de criar uma Web melhor para todos. O projeto possibilita a criação de websites e anúncios rápidos, atraentes e de alto desempenho em vários dispositivos e plataformas de distribuição.

O Google decidiu então que uma parceria com o WordPress, usado em 29% de todos os sites do mundo, seria mais eficiente, no seu objetivo de termos uma web melhor, mais rápida e mais completa.

Entra o WordPress

O Google participou do WordCamp US, um dos maiores eventos para desenvolvedores WordPress dos EUA. Nesse evento, foi exposta uma falha fundamental desse famoso CMS: seu desempenho baixo nas medições de velocidade e carregamento de página em comparação com sites que não são baseados em WordPress.

Não é segredo que o WordPress é flexível, completo, cheio de recursos… Mas não é rápido. Além de sofrer do mal que acomete todo líder de mercado: Ele acaba sendo o alvo a ser abatido, a meta a ser ultrapassada. Problemas com inchaço no código, de segurança e de performance acometem o CMS. Recentemente, várias mudanças no núcleo do WordPress permitiram melhorias, mas ele ainda perde para outros CMS em termos de performance.

E o que virá dessa parceria?

O Google está aumentando o seu time de engenharia alocado para trabalhar com o WordPress. Isto significa que o gigante das buscas está contratando especialistas em WordPress. As perspectivas são: aumento de performance e também trazer mais rapidamente para o ecossistema do WordPress os padrões atuais de experiência na web, lançando mão de tecnologias como os Progressive Web Apps (PWA).

Esta visão do Google se encaixa com a mensagem trazida por muitos que trabalham ativamente em sites na plataforma WordPress. Algumas tentativas foram feitas anteriormente, inclusive pela Mozilla, mas falharam. Tudo leva a crer que agora há uma melhor chance disso acontecer, e é possível especular que funcionalidades como o AMP será acrescentado no futuro ao núcleo do WordPress. E assim, todos ganham com uma Web mais rápida, mais responsiva e mais eficiente.

Fonte: https://searchengineland.com/need-speed-google-dedicates-engineering-team-accelerate-development-wordpress-ecosystem-291214

Use hashtags e consiga melhores resultados

As hashtags tomaram conta das postagens de toda a internet. São o start para conversas e temas de assuntos e estão presentes em praticamente todas as redes sociais. São muito usadas pelas pessoas em geral e pelas agências de marketing digital que apostam neste método para incrementar seus resultados.

Mas, você sabe para elas realmente servem e como usá-las ao seu favor?

Use hashtags e consiga melhores resultados

Elas estão lá, nas redes sociais, nas páginas de busca e em postagens em blogs e vídeos espalhados pela internet. Mas para que elas servem?

Na verdade nada mais são do que marcações que ajudam na busca e dão o start para encontrarmos o que desejamos.

Quando você procura algo utilizando este artifício consegue encontrar muito mais facilmente todas as postagens e publicações que foram feitas dentro do mesmo assunto.

É como se elas tivessem uma etiqueta, assim, os resultados da busca ficam mais otimizados e você não perde tempo com assuntos que não tenham a ver com o que você procura.

Funcionalidade #

A tecnologia tem um desempenho ainda melhor nas redes sociais. Por lá, quando você clica em uma hashtag, você é imediatamente levado a uma página de resultados com todas as postagens que utilizaram o mesmo termo.

Esta tecnologia é utilizada também para se conquistar mais visibilidade. A mesma técnica também pode ser utilizada para a divulgação de eventos e movimentos da sociedade em geral.

Aliás, em eventos, o uso das hashtags é ainda mais efetivo, já que facilita a comunicação via rede social, entre todos que participam daquele momento.

Não é raro encontrarmos também o uso de hashtags como forma de protesto. Unindo postagens e opiniões de pessoas que pensam da mesma forma.

Então tente incrementar sua postagem com o uso de hashtags do momento. Utilize assuntos mais falados e tente emplacar sua HASHTAG!

Saiba aqui quais Hashtags estão em destaque no momento.

Redes Sociais no Brasil e no mundo

As redes sociais tem crescido rapidamente e com elas uma nova forma de sociabilizar e de promover negócios com o marketing digital.

O sucesso é tanto que a cada ano surgem novos canais e outras dezenas entram em declínio. Então quais as redes sociais mais acessadas no Brasil e no mundo? E quais outras curiosidades este universo nos conta?

Em termos globais, se as redes sociais fossem países, o Facebook seria maior que a China! Isso mesmo. De acordo com o relatório da consultoria Statista, em 2017 a mídia mais popular do mundo superou 1,8 bilhões de usuários ativos por mês.

O Facebook já tinha sido a primeira rede social a alcançar a marca de 1 bilhão de usuários em 2014, e continua crescendo. Agora, além das pessoas que usam o canal para interação e compartilhamento, ele também está atraindo o mundo dos negócios e as agências de comunicação.

O Facebook Ads faz sucesso tanto com pequenas empresas que querem dar um start na publicidade quanto com gigantes multinacionais – e é um dos queridinhos das estratégias de marketing digital.

Depois da empresa de Mark Zuckerberg, o ranking mundial é seguido pelo WhatsApp e pelo Messenger, ambos com 1 bilhão de usuários. Depois QQ, WeChat, QZone, Instagram, Tumblr, Twitter, Baidu Tieba e Skype.

Algumas destas redes sociais são pouco conhecidas no Brasil. Isso porque cada país usa a tecnologia de formas bastante singular, e nem sempre o que bomba em um lugar faz sucesso também em outros.

O QQ, QZone e Baidu Tieba, por exemplo, são redes sociais chinesas e o Baidu Tieba é a maior plataforma de comunicação da China.

Como é o perfil brasileiro?

Antes de listar as redes sociais mais utilizadas por aqui…

Você sabia que o Brasil é o maior mercado de internet na América Latina, com aproximadamente 140 milhões de usuários? E que é também o quarto maior mercado do mundo em termos de internautas conectados? Portanto, o que acontece no país não é de se desprezar.

O Facebook é o mais popular (depois que desbancou o Orkut). O brasileiro é um dos povos que passa mais tempo conectado à plataforma.

O segundo lugar é fácil adivinhar: cada vez que o WhatsApp sofre bloqueio judicial, as pessoas ficam indignadas e sofrem com a falta de comunicação da tecnologia mobile. O terceiro lugar fica com o YouTube, o quarto com Instagram e o quinto com Twitter. A hashtag mais usada no Instagram em 2016 foi #love, e a hashtag #forçachape bateu recordes no Twitter.

E em outros países, como é?

 

No Japão, terra da tecnologia, a mídia mais utilizada desde 2013 é o LINE. Este é um aplicativo gratuito para troca de mensagens, áudio, vídeo e videoconferências. Depois, as principais plataformas são Twitter, Facebook, Instagram e Google+.

Nos Estados Unidos, o Facebook é a principal rede de interação, seguido pelo Youtube. Este dado acompanha a tendências do marketing digital e da comunicação. Em futuro não muito distante, os vídeos deverão dominar a internet, substituindo inclusive o Google como o principal buscador. Em escala muito menor do que estas duas redes sociais, os norte-americanos utilizam o Twitter, o Reddit, o Pinterest e o Instagram.

E você, qual rede social faz a sua cabeça? É sempre interessante estar por dentro das redes de outros países também. Afinal, qual será o seu próximo destino no mundo?

Pesquisar é a maior atividade online

+400 Milhões por Dia 5 Mil a cada Segundo! Os Usuários passam  5% do tempo em pesquisa

Mais de 70% dos consumidores compraram produtos na Internet em 2015. O número de compradores online de eletrônicos e linha branca (geladeira, fogão e ar condicionado) aumentou de 65,6% em 2014 para 71,9% em 2015. As lojas que mais se destacaram foram Americanas, Casas Bahia, Submarino, Extra, Magazine Luiza e Walmart. O “showrooming” foi uma das principais tendências dos consumidores: 75,2% deles afirmaram que conferiam as informações nas lojas físicas e compravam com preço melhor online. O uso do e-mail marketing contribuiu para o crescimento do e-commerce, 62% disseram que recebiam os e-mails, 81% confirmaram terem recebido as mensagens promocionais dentro das lojas e 65% compraram por meio dessas promoções. A líder em “Força de Marca” (com menos rejeição) foi as Lojas Americanas com 12, 9%, seguida de Casas Bahia (8,4%), Magazine Luiza (5,7%) e Extra (4,1%) e Walmart (3%. Lojas de expressão menor destacaram-se no índice “Valor Percebido” (custo-benefício percebido): a Lojas Cem liderou, com nota 1,053, seguida por Lojas Havan (1,050), Eletro Shopping (1,034), Walmart (1,025) e Bemol (1,024). Os consumidores consideraram que Lojas Americanas, Walmart, Lojas Cem e Ricardo Eletro apresentaram os melhores preços – todas receberam nota 8,1. (TIInsideOnline, dados de pesquisa da CVA Solution sobre o varejo eletrônico no Brasil com 7.359 pessoas, acesso em 20.1.2016)

Brasileiro passa em média 5,3 horas por dia no computador pessoal, diz pesquisa. Pesquisa realizada em junho de 2015 com mil internautas de todas as regiões do país e maiores de 18 anos mostrou que os brasileiros passavam em média 5,3 horas na frente do computador pessoal todos os dias. As famílias tinham em média 1,9 computador, compartilhado na maior parte das vezes por 2 pessoas. 56% citaram o notebook como o principal computador pessoal do domicílio, à frente de desktops (31% dos respondentes). Tablets ficaram em terceiro, com 7% do total das respostas, seguidos pelos notebooks 2 em 1 (2%), all-in-ones (2%) e outros dispositivos (3%). O computador ainda foi o dispositivo preferido para uso doméstico, como assistir a filmes (85%), navegar na internet (74%) e acessar e-mails (73%). A única das atividades na qual os consumidores preferiram o tablet ao computador foi a comunicação com amigos e familiares, em que 51% dos usuários afirmaram que o tablet foi a primeira opção. 3% afirmaram utilizar os dispositivos para games.
46% dos entrevistados tinham planos de comprar novo computador nos próximos seis meses. 34% afirmaram que seu principal computador doméstico estava em uso há mais de dois anos. Na hora da compra de um novo computador, 57% dos entrevistados afirmaram que buscavam em primeiro lugar um bom processador, seguido pela marca (22%) e memória RAM (8%). 33% afirmaram que preferiram lojas online para efetuar a compra, contra 19% de lojas físicas. Pouco mais de um quarto (29%) levou em consideração opiniões e avaliações online. 80% dos consumidores afirmaram que os smartphones seriam o principal ponto de acesso à internet nos próximos dez anos. (CanalTech, dados da Dell, em parceria com Ibope Conecta, acesso em 26.7.2015)

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”
Charles Darwin

Entre em contato: 11 26263906 / 21 3005-9238

A MORTE [✞] DO GOOGLE PLUS, Qual é o futuro do Google+?

Qual é o uso que você dá para o Google Plus? Aliás, o que caracteriza o comportamento e engajamento da maioria dos usuários presentes nesta rede social?

Será que chegou a hora do fim do Google Plus? Última: Qual é o futuro do Google+?

Não dá pra duvidar que o crescimento dessa rede social foi vertiginoso, principalmente quando comparado com outras redes sociais. Pra você ter uma ideia, Facebook e Twitter levaram aproximadamente três anos para exibirem números como 90 milhões de usuários. Já o nosso amigo Google+ precisou de somente seis meses para dividir o mesmo título. Impressionante.

Google+ tem probleminha

Por outro lado, não podemos esquecer que o aumento de usuários se relacionava diretamente à obrigatoriedade de possuir uma conta para interagir com com funções como comentários do Youtube. Por isso, quando nos garantimos em estatística pura, pode até parecer que o Google+ não parou de crescer e de se converter num sucesso de público e crítica, mas… a coisa não é bem assim.

A ideia original da rede era dar aos usuários a possibilidade de terem uma identidade única na web. Esse perfil poderia migrar de plataforma em plataforma e ainda assim manter um controle centralizado. Ponto positivo? Tudo ficara vinculado ao mesmo user, dava pra acessar o histórico de uma rede ou compartilhar conteúdos de outras de forma simples e direta. Ainda assim, ter um centro de comando – no melhor estilo Panóptipo de Benthamnão era o que muitos usuários queriam.

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Outro probleminha que a rede enfrentou foi o desconforto de alguns usuários sobre algumas informações solicitadas no momento de criar um novo perfil. entrar pro Google+ significava necessariamente ter que escolher entre as opções “Feminino”, “Masculino” e “outros” na parte onde se define o gênero. Em pleno século XXI, Google?Lógico que alguém – ou muita gente – ia se queixar.

E se a voz do povo é a voz de Deus, tá complicado pro Google+:

Preto no branco

Mas o Google não é Goole à tôa. Quando começou a perceber a insatisfação dos usuários, Bradley Horowitz (VP, Photos and Streams no Google) comandou a iniciativa de dar vários passos e algumas integrações entre plataformas foram desligadas. Um exemplo é a o Hangouts, que há alguns meses deixou de mostrar o perfil social dos contatos que figuram em nossas listas. O seletor de gênero também foi reconfigurado e os ajustes de privacidade permitem modificações.

E como era de se esperar, a estratégia macro anunciada começou a ser notada no Google+. Nas declarações feitas por Bradley, a mudança de direção era uma questão de espera. Com a decisão, parece que os novos responsáveis pelo Google+ começaram a considerar a opinião dos usuários.

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Acredita-se que a plataforma voltará a compor o universo web como mais um serviço do gigante das buscas, e não como o único destino possível. Segundo o Marketing4ecommerce, o processo de desvinculação continuará. A ideia é que a plataforma se alinhe novamente com a ideia original de ser um ambiente virtual no qual os usuários interajam ao redor de interesses comuns.

Você pode até dar uma olhada por si mesmo no anúncio feito por Horowitz em Julho deste mesmo ano de 2015 na nota Everything in its right place.

Dissecando o Google+

Muita opinião e poucos dados concretos até agora. Pois vamos dar uma olhada em algumas estatísticas que podem ajudar a entender o panorama da plataforma. Pra começar, uma reflexão: já que todo mundo que tem um Gmail automaticamente ganha uma conta no G+, será que todos efetivamente usem a rede social?

Atualmente, há cerca de 2,3 bilhões de perfis no Google+. Número impressionante, mas qual é o nível de envolvimento efetivo na plataforma? O problema é que algumas redes sociais, mesmo com um menor número de usuários, têm níveis de engagement muito mais altos.

Hora de dar uma olhada na comparação entre quantidade de perfis e de usuários ativos em cada rede. AGlobalWebIndex fez um estudo em 2015 e os dados são esclarecedores:

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Outras conclusões do estudo indicam números que o Google+ não devem curtir muito ou “dar +1”:

– Somente 212 milhões de perfis, do total de mais de 2 bilhões de usuários são considerados ativos;

– 90% das contas estão absolutamente vazias. Fato que se explica quando entendemos que muitos deste usuários concordaram em criar o perfil (tentando usar outros serviços) mas que realmente nunca se interessaram por compartilhar conteúdo neste canal.

Quando passamos o pente fino comparando quantidade de usuários X quantidade de postagens:

  • 1,93 milhões de usuários fizeram mais de 10 postagens no mês passado
  • 21,8 milhões de usuários postaram 10 ou mais vezes em toda a sua história na plataforma
  • 6,65 milhões de usuários publicaram 50 ou mais vezes em todo o seu período no G+

google plus

google plus

Pra você ter uma ideia, o New York times chamou o G+ de “cidade fantastma”, duro golpe, e vindo de uma fonte bastante lida e respeitada. Outro canal que teu um tapa com luva de veludo  foi o TechCrunch: “walking dead”. E olha que estamos falando da segunda maior rede social do mundo – em termos estatísticos de quantidade de usuários. “Está cheio de fantasmas” foi a declaração da web Gundotra. É muito pra passar despercebido, a internet está de olho no futuro do G+ e a  expectativa não é necessariamente otimista.

Mesmo assim, vamos dar uma olhada como anda disputa dos quatro primeiros postos quando comparamos as maiores redes sociais da atualidade. Obviamente, o primeiro lugar pertence ao Facebook, com uma representativa quantidade de visitas diárias girando na casa dos 830 milhões de acessos. Em segundo, o Twitter exibe números na casa dos 65 milhões, seguido pelo Google Plus com 37 milhões e, por último, o Linkedin fecha a conta com quase 19 milhões de acessos.

E como a distância entre o primeiro e os outros colocados é realmente enorme, vejamos alguns gráficos comparando os 2o, 3o e 4o postos. Na comparação páginas por visita, o G+ salta para o primeiro posto.

google plus

Depois de um tempo competindo de forma acirrada, o g+ dá a sensação de que tomou distância em relação ao Linkedin e ao Twitter quando nos referimos à relação páginas por visita. Por outro lado, o bounce rate  do G+ é bem maior que o dos seus competidores diretos. E se fosse o caso de excluir da comparação as visitas simples de cada página, o Google Plus teria ainda mais vantagem que as duas outras redes.

google plus

E quando finalmente comparamos a integração dos conteúdos existentes no G+ em relação às pesquisas no buscador do Google, perceberemos que a comparativa com o Twitter é muito mais favorável ao Google Plus.

Uma métrica que reforça algo que já comentamos anteriormente é a que dá ao G+ uma grande vantagem, em relação às outras duas redes, no que diz respeito à criação de postagens com conteúdos de outros meios. Aparentemente, as pessoas preferem compartilhar posts, imagens e outros tipos de conteúdos no G+. No caso do uso social do G+ no Brasil, dá pra perceber que a maioria dos nossos contatos publica mais conteúdos de terceiros do que peças próprias.

Algo que também faz pensar sobre o G+ e de certa forma consegue seduzir os marketeiros é o impacto das publicações no Google Plus sobre o SEO das páginas. É notável como o uso de keywords, conteúdos específicos e social signals provenientes dessa rede afetam o posicionamento das páginas no rank do Google.

Pra fechar

Não, o G+ não morreu e nem vai morrer agora, pode ficar tranquilo. Aliás, a rede merece atenção e fique ligado no que vem por aí. O Google não vai desistir tão fácil da plataforma e, cá entre nós, se você faz sucesso com seu marketing no Google+, não mude tudo só por causa de alguns rumores.

stay

Mesmo assim, investir numa estratégia multi-plataforma pode ser interessante para ver em qual delas você tem que tipo de feedback e engagement dos usuários. O postCron tem ótimas funcionalidades pra você que publica no google Plus, e se quiser fazer algum comentário, será super bem-vindo, estamos todos curiosos sobre novas perspectivas e sobre o futuro do Google Plus. Espero você por aqui  no próximo post!

via postCron:http://goo.gl/xpOzyJ

Modismo à ferramenta estratégica para as marcas

As mídias sociais ganharam tamanha relevância que passaram a consumir a maior fatia de tempo gasto pelas pessoas na internet. É um ambiente em que um número cada vez maior de pessoas interage, expõe sua opinião sobre produtos e serviços.

O conceito de Mídia Social vem da produção de conteúdo descentralizada, ou seja, sem o controle de grandes potencias da mídia. Vamos dizer que é ter o próprio veiculo de mídia.

E isso é ótimo para micro, pequenos, médios empresários e profissionais liberais, pois se a mídia é sua então você não precisa gastar nada para divulgar o que quiser nela.

Quando uma pessoa ou empresa usa uma Rede Social ( Blogs, Facebook, Orkut, Google+, Twitter, Linkedin, YouTube, SlideShare e etc ) para veicular e propagar suas idéias, produtos ou serviços.

Ela está usando uma ferramenta de Mídia Social, pois o conteúdo por ela produzido independe da aceitação de um veículo de Mídia.

PORQUE É IMPORTANTE ESTAR NESTA MÍDIA?

Bem, a princípio porque as pessoas estão lá e estão falando de tudo, até mesmo de produtos/serviço relacionados aos seus ou talvez da sua marca ou de você ( caso seja um profissional liberal ).

O importante nisso tudo é a possibilidade de coletar informações do seu público-alvo para melhorar seus produtos/serviços e também interagir diretamente por um canal gratuito, gerando um relacionamento.

O que faz uma empresa crescer verdadeiramente é o relacionamento com o seu público-alvo, por isso as redes sociais se tornam mais importantes ainda, pois este é um meio que potencializa o relacionamento com clientes.

SE RELACIONANDO COM SEU PÚBLICO-ALVO

Apenas estar presente nas redes sociais não é o bastante, você tem que falar e ouvir.

Ouça o que seus clientes têm a dizer e você irá crescer, lembre-se os seus clientes entendem mais do seu negócio do que você.

Fale sobre coisas que o seu público se importa e que esteja em conexão com o tipo de produto ou serviço que você vende.

Um exemplo, se você for um dentista poste coisas relacionadas a saúde bocal, coisas que podem ser feitas no dia-a-dia das pessoas e que fará diferença, seja útil ao seu público.

Relacionamentos nunca são fáceis esses também não serão, qualquer coisa errada pode sempre voltar contra você mesmo

Por isso é muito importante estar atento ao que irá ser compartilhado com as pessoas e principalmente entender profundamente os seus seguidores.

O mais importante de se relacionar, é que, esses relacionamentos com certeza irão virar aumento em vendas, pois clientes satisfeitos voltam para comprar e ainda vão lhe indicar aos amigos deles.

ALGUMAS MÍDIAS SOCIAIS

Existem alguns tipos de Mídias Sociais, como por exemplo:

  • Blogs: São páginas na internet voltadas para a disseminação de pensamentos, mas as empresas podem se apoderar desta ferramenta para se relacionarem com o público-alvo que ela almeja, trabalhando o SEO para alcançá-los.
  • Redes Sociais: São sites de relacionamento ( Facebook, Orkut, Google+, etc ) são ótimas ferramentas de divulgação e “viralização”, ficam ainda mais poderosas quando são usadas junto com um Blog.
  • Redes Sociais de Conteúdo: São muito parecidas com as redes sociais normais, apenas focam mais na criação e no compartilhamento de conteúdo, como YouTube, SlideShare, Flickr, etc.
  • Microblogs: Estas mídias sociais são voltadas para o compartilhamento de conteúdo de forma mais rápida e concisa. ( Twitter, Tumblr, Pownce )
  • Mundos Virtuais: Uma Mídia Social ainda pouco explorada, são os simuladores da vida real como o Second Life.
  • Jogos Online: É uma forma muito nova de Mídia Social que ainda não está sendo totalmente explorada. Exemplo World Of Warcraft.

MINHA DICA

Essa é a dica que eu deixo para você:
Use as Mídias Sociais, planeje-se antes, para que não vire um pesadelo.

 

 

Cidade do Google? Alphabet quer construir uma cidade do zero com base na internet.

Em seu primeiro ano de existência, a Sidewalk Labs, empresa de inovação urbana da Alphabet, também dona do Google, tem trabalhado em produtos para melhorar o acesso Wi-Fi e os fluxos de tráfego nas cidades. Mas há sinais de que a companhia esteja interessada na construção de uma cidade.

O CEO da Sidewalk Labs, Dan Doctoroff, deu a entender, durante uma conferência, que a empresa esteja avaliando a possibilidade de construir uma cidade a partir do zero, após ser questionado sobre a contratação de consultores para trabalharem nesse projeto. “Seria uma grande ideia”, disse ele em resposta, embora salientando: “eu não posso te dizer nada”.

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Uma metrópole baseada na internet permitiria repensar o governo, políticas sociais e gestão urbana. Assim, a empresa teria um local para testar melhor suas iniciativas, para lança-las mais rápido no mercado. “Cidades existentes são difíceis. Você tem pessoas com interesses próprios, política, espaço física. Mas a tecnologia, em última análise, não pode ser interrompida”, explica Doctoroff.

O Google tem trabalhado, desde 2014, com a ideia de melhorar a forma como as cidades funcionam, o que mostra, junto com o lançamento da Sidewalk Labs no ano passado, que a companhia está focada em ramificar-se para quase todos os mercados possíveis.

Via 9to5Google

Vale a pena usar o Google Apps na sua empresa?

O Google Apps sem dúvida é um dos melhores serviços com excelência em qualidade para receber, enviar e-mails, fazer pesquisas, assistir a vídeos, já o Google Apps for Work é um serviço do Google disponibilizado somente para empresas, imagine então, quantos benefícios pode trazer para seu negócio!

Atualmente já são mais de 5 milhões de empresários que optaram em utilizar os recursos oferecidos pelo Google Apps, a primeira satisfação manifestada é o custo-benefício se comparado a outras plataformas, claro que além da parte financeira, é importante que conheça alguns dos benefícios que podem ser obtidos e descubra se vale a pena usar o Google Apps na empresa.

Uma das vantagens em usar o Google Apps na empresa, é ter um e-mail do Google dentro do negócio junto com a rotina diária de trabalho, por isso, oferece um pacote de serviços para negócios que na realidade já são os mesmos disponibilizados para a pessoa física, só que vem com as necessidades da jurídica.

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É possível personalizar emails com o logo da empresa, esse é um meio de identificar a procedência de cada mensagem enviada ou recebida, e assim, agilizar a resposta, essa vantagem é conseguida através do Google Business, e esses emails são lidos facilmente através do Gmail devido a interface amigável.

Maior agilidade para criar as contas dos novos funcionários que estão entrando na empresa, e com a facilidade na exclusão daqueles que estão se desligando, e o único responsável pelos cadastros é a própria empresa, ou, seja, somente funcionários de confiança é que terão acesso.

Todos os dias empresas enfrentam problemas com vazamentos ou perda de informações, com o Google Apps, a empresa não corre este risco, já que a privacidade nas informações é mantida com segurança, pois, as mensagens são sempre criptografadas.

São muitas vantagens em ter o Google Apps na empresa, fazer reuniões virtuais até 15 pessoas, criar um único email para vários funcionários ao mesmo tempo para não deixar o cliente esperando o atendimento, enfim, são N soluções para sua empresa.

O serviço do Google Apps é oferecido gratuitamente durante os primeiros 30 dias, depois é cobrado a taxa de US$5 por mês para cada usuário, ou, para quem preferir pode pagar uma taxa anual no valor de US$50 por cada usuário.

O Google também disponibiliza uma loja de aplicativos específicos para negócios, alguns gratuitos através do Google Apps Marketplace, essas são apenas algumas das vantagens, e afinal, vale a pena usar o Google Apps na empresa?

O fim do Flash

Anúncios feitos em Flash não são mais aceitos pelo Google Chrome

Aquele que já foi um dos formatos mais populares da internet está quase morrendo. O Google decidiu que, a partir desta terça-feira, 1, anúncios feitos em Flash não são mais aceitos pelo navegador Chrome. Para ser ativada, a animação terá de ser clicada pelo usuário, ou então permanecerá congelada por padrão.

Flash

A nova configuração do browser, incluída como uma atualização automática, otimiza o desempenho de plugins para economizar bateria e processos na CPU. O alvo principal do update são os anúncios de reprodução automática.

Desde junho, a plataforma Google AdWords já permite que anunciantes convertam suas propagandas em Flash para o formato HTML5, mais aceito entre desenvolvedores. Nos últimos anos, cada vez mais empresas têm abolido o formato da Adobe por conta de frequentes problemas de performance e falhas de segurança que colocam em risco o computador do usuário.

Um dos poucos serviços que ainda utilizam o Flash, a plataforma de streaming Netflix também já prepara a mudança. Em laptops, os filmes e séries passaram a ser executados em HTML5 no ano passado, o que indica que não deve demorar até que PCs e outros dispositivos também deixem de suportar o software.

Via TheNextWeb

Google Apps for Work como funciona

O Google Apps é uma solução de TI com simples e poderosas ferramentas de comunicação e colaboração para empresas de todos os tamanhos. Toda a estrutura necessária é hospedada pelo Google, com o objetivo de simplificar a configuração, minimizar manutenção e reduzir os custos de TI.

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O que vem no pacote do Google Apps for Work

O Google Apps for Work contém um pacote completo de serviços para seu escritório ou empresa. Eles realizam as mesmas funções principais dos programas de computador tradicionais, mas a um custo muito menor. Além disso, todas as funções são executadas na nuvem, ou seja, em computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet. Isso significa nunca mais ter aquele problema do funcionário incapaz de recuperar um arquivo porque ele foi salvo só em um computador específico e quem tem a senha está de férias ou na hora do almoço. Confira o que está incluído no conjunto:

Ferramentas de colaboração

O Google Documentos, o Google Planilhas e o Google Apresentações estão incluídos no Google Apps for Work. O primeiro é um editor de textos, para trabalhar com cartas, currículos e brochuras. O segundo é um editor de planilhas tão completo quanto outros editores de planilhas, com as mesmas funções, inclusive para produzir gráficos, tabelas dinâmicas e fazer cálculos automáticos. Já o Apresentações, como se infere pelo nome, produz ótimas apresentações.

Além dessas três, outras duas ferramentas também estão no grupo de colaboração. O Google Sites permite facilmente criar páginas na internet sem a necessidade de ter conhecimentos em programação, e o Google Formulários permite criar e aplicar pesquisas, enquetes e formulários, tanto para uso interno da empresa quanto para a clientes.

Ferramentas de comunicação

Funcionários precisam trabalhar, mas também se comunicar entre si e com os clientes. Entram aí Gmail, Hangouts, Agenda e Google +.

O Gmail é o melhor serviço de e-mails do mundo. Agrupa as infinitas respostas de e-mails em conversas, possui grande capacidade de armazenamento e tem sistema de buscas para ajudar a achar e-mails antigos. O Hangouts facilita muito a comunicação interna e permite que videoconferências sejam feitas de maneiras simples, apenas com uma webcam. O Google Agenda é um serviço de agendamento — e, mais importante, lembretes. E o Google + é uma rede social que pode ser usada tanto para fins profissionais como pessoais.

Guardando tudo

As planilhas, documentos e outros trabalhos ficam salvos no Google Drive, a nuvem do Google. Ela é muito melhor que um HD externo. É acessível de qualquer computador, celular ou tablet e não precisa ser ligada na tomada. O Google Drive ainda permite salvar arquivos que não foram produzidos nas ferramentas do Google Apps, como um pacote de fotos ou um relatório em PDF, por exemplo.

Ter arquivos na nuvem tem ainda outra vantagem: todo mundo tem acesso à última versão do trabalho, sem necessidade de ficar trocando e-mails com anexos do tipo “versão final”, “versão final 2” e assim por diante.

Entre os benefícios de usar o Google Apps for Work, além dos já mencionados, estão a redução de custos com TI, o aumento da produtividade e a maior segurança dos dados.

A Start-It é revenda autorizada da Google no Brasil. Além da implementação, ela pode ajudar com a migração dos dados da sua empresa para o Google Apps. Para entender melhor, assista a este vídeo, de apenas 2 minutos, e aprenda o que pode ser feito pela sua empresa!

Qual dos beneficios desse pacote pareceu mais vantajoso para você e sua empresa? Já faz uso desses aplicativos? Faça uma resenha aqui nos comentários e divida conosco suas opiniões!